Mapas Mentais

Acredito que este post está bem atrasado, mas antes tarde do que nunca :) .
        Normalmente ao estudarmos para algum objetivo( pode ser prova de certificação, algum projeto que exija algum conhecimento especifico, ou mesmo por hobby ) seguimos uma linha de raciocínio linear. Esse modo de estudo funciona muito bem quando estamos vendo algo simples, ou lendo um livro por exemplo. O problema começa quando temos que trabalhar com vários assuntos distintos ao mesmo tempo, com áreas correlatas, eu mesmo sempre me atrapalhei nos meus estudos pois estava vendo assunto X, mas esse depende de Y e Z, aí ia estudar o Y e acabava perdendo o foco do X.
        Antes de começar a estudar, seja qual for o Assunto, é interessante ter uma visão geral do assunto abordado, para não se perder, ou desviar daquilo que está estudando. Quando comecei a estudar para a certificação LPI-1, percebi que a maioria dos métodos que são ensinados, trabalham em cima de mapas mentais. Eis aí que surge a pergunta, o que é um mapa mental?

Segundo a Wikipédia:

Mapa mental, ou mapa da mente é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming (tempestade de ideias); e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio.
Traduzindo em miúdos:
é um desenho ( como uma árvore genealógica, ou uma estrutura de rede) que nos auxilia a enxergar todas as partes que compõem determinado assunto, com o objetivo visualizarmos o todo.
Como exemplo segue o mapa que fiz para meus estudos da LPI-2:
Mapa Mental LPI-2
       Como convenção, colocamos o assunto principal ( ou o objetivo, como no meu caso) no centro do diagrama, e vamos desmembrando os assuntos que estão co-relacionados diretamente com esse objetivo principal. As vantagens obtidas através desta abordagem é que conseguimos focar em tudo, e em alguma parte específica. No exemplo acima, a forma como priorizei determinados assuntos ( que possuem maior peso na LPI) foi colocando a numeração correspondente ao peso do assunto para dar maior ênfase aquele item, e a medida que terminava de estudar determinado assunto marcava um “V” e o deixava da cor verde, para quando voltar a estudar não ficar revendo a mesma coisa.
        Dessa forma consegui ver todo o conteúdo da segunda prova e ainda revisar o mesmo ( coisa que em condições normais de estudo não conseguiria fazer, devido minha facilidade de dispersão :P ).

Sobre alanmorais

alan, 27 anos. Profissional de tecnologia atuando na area de infraestrutura, formação superior em Sistemas de Informação pela Uninove e certificado em metodologias ITIL. Atualmente trabalhando com ambiente Linux.

Publicado em 10/06/2011, em LPI, pessoal. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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